Que seria desse jardim sem este jogo de luz? um colírio para os olhos, pena não ser o meu...
sexta-feira, 26 de março de 2010
O forro de gesso
Particularmente gosto muito desta composição, quis esconder a viga com o gesso mas creio que não deu lá muito certo, percebe-se a falha com a sombra. Nesta parede ainda vou encomendar uma grande carpa (Koi) japonesa, vi numa foto de um restaurante japonês. Assim que pintá-la postarei aqui o nosso peixinho.
Meus ancestrais

Foto do ano de 1928 ou 1929, para aqueles bem atentos pode-se perceber que o único indivíduo que está a olhar para o fotográfo é o bebê sentado que no caso é o velho samurai autoritário Ditcham da Ana Julia, vulgo Diro, hoje com seus 81 anos, denominado também de meu pai. Em pé à direita estão os seus pais (meus avós), outro bebê carrancudo é o meu tio, e os dois bravos nipônicos são os irmãos do meu avô. Um deles tinha o apelido de tio Chuchu (nao vejo nada de chuchu aí) o outro não sei o nome, mas sei da história triste do incidente que lhe causou a sua morte. Debaixo destas roupas se escondem 6 grandes desbravadores das terras brasileiras em busca de um futuro melhor para os seus descendentes que aqui me incluo. Para aqueles que chegaram até este blog, a título de sugestão, podem jogar no bicho com o número da placa do pé de bode, se ganharem quero a minha parte do palpite.
Castelo Japonês
Em recente visita ao Paraguai fui visitar uma replica de um castelo genuinamente japonês, mas raras pessoas possuem conhecimento da existência do mesmo, mesmo porque se trata de um castelo particular ainda em fase de término da construçao. Descobri nesta visita que são necessários 24 modelos de telhas para se executar a cobertura, neste caso específico para economizar foram utilizadas somente 18 modelos, que foram transportados lá do Japão em alguns conteiners. Este é a comprovação concreta de que sonhos se realizam quando se tem determinação e bastante dimdim... Parabéns Sr. M. seus antepassados estão muito orgulhosos de ti.
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